Hitchcock revisitado…

Estou em dívida por aqui, eu sei, tenho visto bons filmes porém a correria não me deixa u mtempo para falar à respeito.

Hoje vi algo que julguei ser a cara do blog e mesmo não tendo muitas postagens e tampouco visitas por aqui resolvi deixar registrado. A revista Vanityfair publicou em seu site um ensaio com grandes astros de Hollywood revisitando cenas dos clássicos do mestre Hitchcock e os resultado é dos melhores. Vejam a seguir alguns exemplos.

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A Passagem

stay1.jpgExiste uma máxima que diz que quando estamos morrendo nossa vida passa como um filme diante de nossos olhos, outra diz que nossa vida aqui é apenas uma passagem, uma pequena estada, inspirado no encanto da vida e da morte nasce o brilhante A Passagem, dirigido por Marc Forster, também responsável pela direção de A ùltima ceia e Em busca da Terra do nunca, o filme é belo e tocante, com informações aparentemente desconexas tem um belo roteiro que se define em um final subjetivo.

 

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Voltando

Não tenho conseguido postar com a frequência que gostaria, porém entre quantidade e qualidade prefiro optar pela segunda…

Daqui a pouco tem mais uma crítica de um extraordinário filme, até mais…

Marley e eu: A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo

Sempre me mantive longe de livros de auto-ajuda, romances de banca de jornal e coisas do tipo, quando vi Marley e eu pela primeira vez nas livrarias logo o rotulei como mais um desses livros que nunca leria, até que o livro chegou às minhas mãos em um daqueles momentos de escasses de leitura e resolvi encará-lo e não me arrependi.

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Borat: O segundo melhor repórter do glorioso país Cazaquistão viaja à América!

Apontado como um dos melhores filmes do ano Borat trata-se de um mockumentary, ou seja, um falso documentário, no longa o ator britânico Sacha Baron Coen interpreta o personagem título Borat Sagdiyev, um repórter do Cazaquistão que viaja à América para fazer uma pesquisa encomendada pelo governo do seu país e atravessando os Estados Unidos entrevista pessoas que não fazem a mínima idéia de que se trata de um ator e não de um jornalista estrangeiro.
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1280 Almas

Sempre que inicio a leitura de um livro leio compulsivamente até a última página mesmo que este me pareça pouco interessante, com raríssimas excessões (duas para ser mais exata) não costumo parar um livro no meio antes de acabá-lo em no máximo uma semana e fico inquieta se não tenho outro para começar a devorar.

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Experiência musical

Amo música, quando era mais nova (olha a nostalgia) adora sair para dançar ou me trancava dentro do quarto para ouvir minha coleção de cds, minha mãe sabia meu humor pelo tipo de música que eu estava ouvindo. Não sou tiete, sou eclética e aceito um pouco de tudo na minha trilha sonora, não guardo nome de bandas e músicas mas decoro letras que me agradam, tenho uma grande paixão chamada Legião urbana e uma queda pelo trabalho da Marisa Monte, de resto acho que um pouco de tudo pode ser aproveitado.

Um dia desses fui apresentada pelo meu marido e um texto dele lá no Meio Bit a  um site de músicas com uma proposta um pouco diferente, o Musicovery,  nele você não busca a música pelo seu artista preferido, mas pelo estilo, ritmo, velocidade, enfim, por características da música que vc quer ouvir. O sistema é uma maneira deliciosa de descobrir novas canções que agradem seus ouvidos, através de uma linha ele liga músicas dentro do seu critério de diferentes artista e você pode ir apurando suas buscas clicando nos artistas e recomeçando a linha. Vale a pena experimentar, uma maneira diferente de ouvir música em seu pc.

Fonte da Vida

É possível realizar um longa-metragem de ficção científica sobre uma grande história de amor e que soe com lirismo e poesia?

Sim, esse é Fonte da Vida, terceiro trabalho do diretor Darren Aronofsky (Réquiem para um sonho) fala de amor, vida, morte e resignação, a luta que ultrapassa as barreiras do tempo e do espaço.

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Tim Burton dirige Alice no país das maravilhas

Mais um post sobre cinema, mas fã que se preze não deixa de lado uma notícia dessas.

Li hoje no Almanaque Digital que Tim Burton vai dirigir Alice no país das maravilhas.

O projeto seguirá o modelo de animação de O Expresso Polar, onde são captadas imagens e movimentos de atores reais e transformadas em animação. Dick Cook , presidente do estúdio Disney se diz feliz por ter o diretor de volta, Eles já trabalharam juntos em Ed Wood em que Tim dirigiu e em O Estranho Mundo de Jack, que ele escreveu e produziu .

Outro novo projeto de Burton é Frankenweenie, baseado em um curta do início de sua carreira conta a história de um cachorro ressucitado no estilo Frankenstein. Este por sua vez será gravado em Stop-Motion.

Ambos os filmes serão produzidos em 3D.

Agora é aguardar, eu particularmente amo tudo o que Tim Burton faz, sua marca registrada faz produções como A Fantástica Fábrica de Chocolates e Peixe Grande serem colírios para os nossos olhos.

Pequena Miss Sunshine

Pegue aqueles velhos conceitos de que grandes filmes são feitos com atores famosos, efeitos especiais de ponta, enredo elaborado, orçamentos absurdos e livre-se deles pois Pequena Miss Sunshine vai diretamente de encontro aos clichês tornando-se um filme divertido, insusitado e emocionante.

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